Vivemos dentro deste pequeno rectângulo, cujos limites são cada vez mais intransmissíveis. Fazemos parte de uma sociedade que gosta de se manter inalterada, somos avessos ao crescimento e à mudança. Assim, é fácil constatar que nada evolui. Assim, faz sentido quando os sábios referem que não saímos da cêpa torta. Somos demasiado racionais, demasiado ponderados, demasiado iguais a todos os outros. A diferença assusta-nos e tentamos afastá-la a todo o custo. Procuramos a felicidade e o bem-estar na igualdade.
Deixemo-nos disto! Sejamos diferentes. Sejamos originais. Sejamos nós próprios e não imagens repetidas de tantos outros. Sejamos impulsivos, instintivos, irracionais e instantâneos. Sejamos inovadores nos pensamentos, nas palavras e nas atitudes. Sejamos sinceros e transparentes ao pôr as cartas na mesa e a abrir o jogo.
Deixemo-nos disto! Sejamos diferentes. Sejamos originais. Sejamos nós próprios e não imagens repetidas de tantos outros. Sejamos impulsivos, instintivos, irracionais e instantâneos. Sejamos inovadores nos pensamentos, nas palavras e nas atitudes. Sejamos sinceros e transparentes ao pôr as cartas na mesa e a abrir o jogo.
Deixemo-nos de preconceitos e discriminações. Deixemo-nos de falsos moralismos, de frases feitas e de clichés. Deixemo-nos de prender quem se quer libertar e deixemos ficar quem não quer ir. Não nos deixemos absorver.
Sejamos individuais, pessoais, exclusivos e particulares. Sejamos irracionais.
Deixemos de ter medo de admitir quem somos, deixemos de recear o pensamento alheio, deixemo-nos de máscaras e armaduras. Alteremos mentalidades. Tiremos as palas dos olhos e alarguemos os nossos horizontes.
Deixemos de ver apenas o óbvio e procuremos algo mais além do que está ao nosso alcance. Lutemos pela diferença, sejamos autênticos.
Se o que está à nossa volta não muda, que mudemos nós para que tudo mude!
Como diz Augusto Cury em "O vendedor de sonhos" : "Deus, livra-me dos normais!".
ResponderEliminarPlenamente de acordo.
As aspas fecharam-se, mas apenas porque citei alguém :)...
Teresa Cunha