Singular. Nada mais é do que isso. Singular.
Impossível de comparar a tantas outras experiências por que já passei, impossível de prever, talvez até impossível de dominar.
Singularidades que se mostram mais fortes que a minha própria força, aquela que eu achava que tinha, aquela que sei que tenho mas que, agora, faz questão de se esconder.
Talvez por saber tão bem, por ser tão bom e parecer estranhamente certo.
E sei... aconteça o que acontecer, vai sempre ser assim: singular, inexplicável, inacreditável. Eu sei disso. E não sou a única.
Meras (e tão certas) singularidades.