Lembras-te da primeira vez que olhei para dentro dos teus olhos? Foi naquela noite em que me prendi a ti e fiz questão que ficasses preso a mim. Naquela noite em que algo me empurrou para ti. Algo sem forma, sem cor, sem cheiro. Algo que desconheço, mas que gosto. E essa força estranha continua comigo. Até hoje. Já passou tanto tempo e alguma coisa insiste em me empurrar para ti. Chama-lhe amor. Eu não lhe sei dar nome. Mas gosto. E continuo a olhar para dentro dos teus olhos com a mesma intensidade daquela noite.
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