Sempre soube. Mais tarde ou mais cedo, hoje ou amanhã, aqui ou do outro lado do mundo. Sempre soube. Somos o que queremos ser e eu, sou mulher de papel e caneta. Agora que o sonho se tornou real é hora de respirar fundo (e suspirar uma vez mais). É hora de pousar os pés no chão e acreditar que a realidade é aquela com que sempre sonhei.
Venci batalhas, engoli sapos e resolvi o que chegou a parecer irremediável. Vivi um ano intensamente, sem nunca desistir, sem nunca baixar os braços. Dia após dia, noite após noite, dei ao jornalismo mais do que alguma vez dei a alguém. Ouvi bons conselhos, fiz muitos amigos e ganhei a experiência que me faz estar onde estou hoje.
Testemunhei promessas de sonhos por cumprir. Hoje, sou a personagem principal de um sonho que se cumpre, a personificação do bom que é fazer o que realmente se ama. A que é que sabe? Sabe a recompensa, a reconhecimento, a guerra vencida e a muitas bocas caladas.
No fundo, sabe a sonho realizado.
Que as aspas não se fechem e que o suspiro nao se esvaneça. Deste ao jornalismo mais do que, algum dia deste a um outro alguém, um dia terás a sensação de retribuição. mas nunca haverá um cenario em que esteja "ela-por-ela" prepara-te sempre mais para lutar do que receber. Mas és dura, eu sei que és. Não te esqueças nunca é da teresa que não é de papel e caneta, as duas felizes, será muito melhor em tudo :)
ResponderEliminar