De olhar inocente e sorriso fácil: assim é Maria.
Maria é um poço de ternura, uma menina carregada de sonhos na bagagem que, à primeira vista, parece tímida, frágil e resguardada de tudo e de todos.
Mas Maria não pode ser analisada de passagem. Maria merece toda a profundidade deste mundo e do outro.
Guarda dentro dela uma força e uma garra incomuns, uma vontade de ser sempre mais e melhor, uma necessidade absoluta de realizar todos esses sonhos que transporta e de caminhar sempre de mãos dadas com os que ama.
Maria é um exemplo de coragem, de cumplicidade, de transparência. Maria é um ícone de sabedoria, de companheirismo e de amizade. Maria é mais do que isso. Maria é irmandade, espelho de alma e reflexo de vida.
Maria é criança, caçula e princesa.
Maria é mulher, a conotação mais flagrante de pureza e de amor.
É fácil gostar de Maria. Mais fácil ainda é apaixonar-se por Maria, a menina de cabelos longos e aloirados, de olhos doces e covinhas encantadoras. Quem, por sorte, se cruza no seu caminho, quer (e faz questão) de a manter sempre por perto.
Maria é o que mostra e o que esconde. Maria é o que agrada e o que assusta.
Maria é uma demonstração de carinho, um abraço apertado, uma inspiração.
Maria é trabalho e lazer, é (ir)responsabilidade comedida.Maria é música calminha e MEC.
Maria é um sorriso cúmplice e uma gargalhada desprendida.
Maria faz bem, sabe bem e soa sempre bem.
Maria é-o-que-é: palavras atrás de palavras.
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