Todas as noites ele se sentava no mesmo banco. E sempre por volta da mesma hora. Talvez esperasse por alguém.
Todos as noites, aquele banco de madeira voltado para o mar revolto da Foz iluminava-se. Com ele, trazia a paixão, a esperança, a timidez e uma vida inteira para lhe dar. A ela, à mulher que um dia viu passar naquela mesma rua, àquela mesma hora, coberta por uma camisola de lã e de cabelo preso em cima da cabeça.
Chovia nesse dia. Chovia muito. Ele trazia um guarda-chuva azul e tinha o nervosismo estampado na cara. Talvez já esperasse por ela. Talvez devesse continuar.
Abrigado, debaixo do seu guarda-chuva azul, sentado naquele banco de madeira, ele esperou por ela. Esperou meses, sempre de olhar cansado e pensamento longínquo mas nunca lhe custou. Sentia que o devia fazer. Não percebia porquê mas também não precisava.
Sabia que ia esperar por ela. Só não sabia como a ia encontrar.
Todos as noites, aquele banco de madeira voltado para o mar revolto da Foz iluminava-se. Com ele, trazia a paixão, a esperança, a timidez e uma vida inteira para lhe dar. A ela, à mulher que um dia viu passar naquela mesma rua, àquela mesma hora, coberta por uma camisola de lã e de cabelo preso em cima da cabeça.
Chovia nesse dia. Chovia muito. Ele trazia um guarda-chuva azul e tinha o nervosismo estampado na cara. Talvez já esperasse por ela. Talvez devesse continuar.
Abrigado, debaixo do seu guarda-chuva azul, sentado naquele banco de madeira, ele esperou por ela. Esperou meses, sempre de olhar cansado e pensamento longínquo mas nunca lhe custou. Sentia que o devia fazer. Não percebia porquê mas também não precisava.
Sabia que ia esperar por ela. Só não sabia como a ia encontrar.
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